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Digitalização da UTI: Descubra em Qual etapa Você Está

Atualizado: 9 de ago. de 2023

A digitalização tem revolucionado diversos setores da sociedade, e a área da saúde, apesar de apresentar um atraso de quase 10 anos, não é mais exceção. Nos últimos anos, a digitalização tem se mostrado uma poderosa aliada na otimização dos processos clínicos, melhoria no atendimento ao paciente e no aprimoramento dos cuidados médicos, especialmente no ambiente de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). A transformação digital das UTIs está ocorrendo em etapas distintas, e é fundamental entender em qual estágio seu hospital ou instituição se encontra nesse processo, para assim definir um plano de ação efetivo e com baixa fricção.


Conheça abaixo as etapas de digitalização adequadas às UTIs brasileiras:

Etapa 1: Integração de Equipamentos

A etapa inicial na jornada de digitalização da UTI engloba a integração dos equipamentos médicos cruciais para o monitoramento contínuo e a manutenção do estado de saúde do paciente. Entre esses equipamentos, estão os monitores multiparamétricos, os ventiladores mecânicos e as bombas infusoras. Esta fase abraça a interconexão desses dispositivos vitais, que são essenciais para o monitoramento, diagnóstico e tratamento dos pacientes. No atual cenário, é encorajador observar que existem empresas que oferecem soluções de interconexão mesmo para dispositivos de diferentes marcas e versões, como é o caso da Carenet Longevity.

A interoperabilidade desses equipamentos desencadeia a troca de informações de maneira ágil e eficaz, resultando em uma visão completa e precisa do estado de saúde do paciente. Com dados confiáveis e coerentes, é possível transmiti-los para os sistemas hospitalares em tempo real, alimentando análises comparativas e facilitando uma avaliação abrangente da condição do paciente. Esse fluxo contínuo de informações também oferece a oportunidade de detecção precoce de qualquer mudança significativa, o que é crucial em uma UTI, onde o tempo é um fator crítico.

Etapa 2: CONEXÃO DE SISTEMAS

Etapa 3: Monitoramento Remoto

Etapa 4: Análise de Dados e Inteligência Artificial

Etapa 5: Tomada de Decisão Assistida

Etapa 6: Predição e Prevenção


Quanto tempo devo dedicar ao processo de digitalização da minha uti?

Cada fase do processo de digitalização é composta por quatro estágios essenciais: Mapeamento, Preparação, Implantação e Adaptação. Cada um desses estágios desempenha um papel crucial no processo de transformação digital da UTI.

No estágio de Mapeamento, a equipe técnica assume a responsabilidade de identificar as áreas que serão beneficiadas pela solução, os profissionais envolvidos e a infraestrutura técnica disponível no hospital para a implementação da digitalização. Durante esse estágio, que geralmente se estende por um período de duas semanas a um mês, a equipe trabalha para compreender a dinâmica da instituição e assegurar que a solução se alinhe às necessidades específicas do hospital.

Na sequência, a etapa de Preparação entra em cena. Caso seja identificada alguma lacuna na infraestrutura hospitalar ou na tecnologia disponível, uma equipe de especialistas orienta o hospital para que se adeque à solução proposta. Nos dias de hoje, muitas soluções são altamente personalizáveis e adaptáveis, permitindo que uma variedade de hospitais adote a implantação de forma mais simplificada, sem passar por um processo longo de preparação. Nesse estágio, o tempo necessário pode variar, sendo que alguns hospitais podem pular essa etapa completamente, enquanto outros podem precisar realizar ajustes significativos em suas estruturas e processos. Portanto, a escolha de uma solução adaptável à realidade da instituição é crucial.

A etapa de Implantação é aquela que concentra todos os esforços na implementação da solução de maneira ágil e eficaz. No entanto, é crucial que a equipe técnica do hospital esteja profundamente envolvida para garantir o sucesso dessa fase. O período necessário para a Implantação pode variar de 30 dias para soluções mais simples até 6 meses para soluções mais complexas. De maneira geral, a média de duração costuma ser em torno de 90 dias.

O estágio final é o da Adaptação, que envolve o treinamento de toda a equipe envolvida. Optar por empresas que ofereçam diferentes opções de treinamento é aconselhável, dada a natureza da UTI, onde diversas equipes e turnos estão envolvidos. A fase de adaptação nem sempre é simples, pois implica em ajustar processos e rotinas estabelecidos. Conscientizar a equipe sobre os benefícios proporcionados pela digitalização é o primeiro passo para criar um ambiente aberto à inovação. Além disso, envolver os profissionais desde o início e ouvir suas necessidades, desafios e expectativas pode revelar insights valiosos sobre os obstáculos enfrentados na UTI. Isso pode resultar em melhorias inesperadas e abordagens inovadoras para superar os desafios.


A busca por uma saúde mais conectada

Em resumo, a digitalização da UTI é um processo contínuo e progressivo, com o potencial de trazer benefícios notáveis tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde. Identificar a etapa em que sua instituição se encontra é crucial para planejar os próximos passos nessa jornada. Independentemente do estágio, é fundamental lembrar que a tecnologia digital é uma ferramenta poderosa, enquanto o cuidado humano e o conhecimento clínico permanecem como pilares essenciais da medicina. A Carenet Longevity, com sua expertise e soluções abrangentes, é uma parceira valiosa nesse processo contínuo de busca por uma assistência de saúde mais eficiente e avançada, pois suas soluções abrangem grande parte das etapas de digitalização de forma integral e personalizada.





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