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7 passos para reduzir glosas hospitalares

  • Juliana Cecilia
  • 11 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Reduzir glosas vai muito além de evitar perdas financeiras é também garantir eficiência assistencial, previsibilidade na gestão e continuidade no cuidado


Glosas hospitalares são como multas silenciosas: chegam quando você menos espera e comprometem um serviço que já foi entregue. O pior? Muitas vezes elas nascem de falhas que ninguém viu ou que foram registradas errado.


Esse é o efeito da Síndrome da Desconexão Clínica: quando a assistência acontece, mas o sistema não acompanha. Prontuário incompleto, documentação falha, informações desencontradas... e lá se vai o faturamento.


Independentemente da sua área de atuação no hospital, é provável que você já tenha se deparado com esse cenário. Afinal, a glosa não impacta apenas o financeiro: ela compromete toda a cadeia de cuidado.


Mas dá pra virar o jogo. Aqui vão 7 passos práticos para reduzir glosas no seu hospital:


1. Treine a equipe (de verdade)

Capacite profissionais assistenciais e administrativos para registrar corretamente dados clínicos, codificações e autorizações. Glosa é também um problema de comunicação interna.


2. Use prontuário eletrônico integrado

Não basta digitalizar. É preciso que o PEP esteja conectado com os equipamentos da UTI e centro cirúrgico, reduzindo erros manuais e falhas de registro.


3. Padronize processos

Tenha fluxos bem definidos, com protocolos baseados no TISS e adaptados à realidade da sua equipe. Todo mundo precisa falar a mesma língua.


4. Controle autorizações com rigor

Não deixe para “ver depois”. Verifique em tempo real se os procedimentos estão autorizados, documentados e em conformidade com o plano.


5. Audite antes de faturar

Revisar os registros antes do envio pode evitar glosas administrativas simples, como erro de datas, códigos ou ausência de prescrição.


6. Analise os dados das glosas

Mapeie os padrões: quais são os erros mais frequentes? Com qual operadora? Em qual setor? Isso permite agir de forma cirúrgica.


7. Aposte na tecnologia como aliada

Com soluções como o Orchestra, hospitais como o Hospital Leforte Liberdade, reduzem até 75% dos erros na administração de medicamentos. A coleta automatizada de dados à beira-leito envia as informações direto para o prontuário eletrônico, garantindo precisão e rastreabilidade em tempo real.


O cuidado está sendo feito. A pergunta é: ele está sendo bem registrado?

Se a resposta for “nem sempre”, talvez o que falte não seja esforço da equipe, mas uma tecnologia que esteja à altura da complexidade da sua UTI.


Com a Carenet, você transforma sua unidade em uma central inteligente, integrada e conectada a todos os equipamentos e ao prontuário eletrônico reduzindo glosas, otimizando processos e garantindo que cada informação registrada reflita com fidelidade o cuidado prestado.


Menos perda. Mais precisão. E muito mais valor entregue.


 
 
 

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