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Por que os sistemas do meu hospital não se comunicam entre si?

  • Juliana Cecilia
  • 18 de set. de 2025
  • 3 min de leitura

E como isso compromete eficiência, competitividade e segurança... 



Você já reparou que, mesmo investindo em diferentes tecnologias, o seu hospital continua enfrentando retrabalho, dados inconsistentes e processos manuais? 


A razão está na forma como esses sistemas foram construídos. A maioria dos softwares hospitalares nasce com foco em resolver uma necessidade específica — faturamento, gestão de leitos, prescrição, monitoramento de sinais vitais.


Cada fornecedor desenvolve sua solução de forma independente, adotando protocolos próprios de comunicação. O resultado é um ambiente em que cada sistema fala sua própria língua


A incompatibilidade não é apenas técnica, é estrutural 


Protocolos universais como HL7, FHIR ou DICOM já existem, mas nem sempre são implementados da mesma forma, o que limita a comunicação entre plataformas.

Muitas vezes, fornecedores optam por versões ou interpretações particulares desses protocolos, criando ecossistemas valiosos para suas marcas — mas desafiadores para a operação hospitalar. 


Não se trata de um erro ou de descuido, mas de escolhas estratégicas do mercado: 


  • Proteção da propriedade intelectual: formatos exclusivos mantêm o controle sobre como os dados circulam; 

  • Barreiras à concorrência: a dificuldade de integração reduz a troca por outros fornecedores; 

  • Lock-in tecnológico: integrações complexas e custosas aumentam a dependência do hospital. 


Ou seja: a dificuldade de comunicação entre sistemas é um efeito natural de como o setor se organizou — mas hoje se tornou um gargalo para a gestão hospitalar moderna


O verdadeiro custo de sistemas desconectados 

Quando cada setor precisa recorrer a plataformas diferentes para acessar informações, o prejuízo vai muito além do tempo perdido. A ausência de integração expõe o hospital a riscos sérios e contínuos: 


  • Dados fragmentados e frágeis em auditorias, comprometendo a credibilidade institucional; 

  • Glosas recorrentes, que drenam recursos financeiros e desgastam equipes; 

  • Barreiras na conquista de acreditações, já que registros pouco confiáveis não atendem às exigências de qualidade; 

  • Custos elevados com customizações, que entregam apenas uma sincronização parcial e insustentável; 

  • Troca recorrente de equipamentos, forçada por atualizações de sistemas que tornam tecnologias ainda úteis obsoletas; 

  • Risco crítico na tomada de decisão clínica, em que segundos podem salvar vidas — e depender de dados dispersos ou desatualizados não é uma opção. 


Esse cenário alimenta um círculo vicioso: quanto mais tecnologia isolada é adquirida, mais cara, complexa e insegura se torna a gestão hospitalar


Impactos para hospitais e para o mercado 

A interpretação própria dos protocolos de dados, que por muito tempo garantiu exclusividade às marcas, hoje se tornou um entrave.


Em um cenário de alta exigência regulatória e tecnológica, não é mais aceitável que hospitais operem com sistemas fragmentados. Por isso, instituições de referência já passaram a priorizar soluções que utilizam protocolos de fácil interpretação e integração transparente. 


Diante dessa necessidade, empresas especializadas em interoperabilidade avançaram, viabilizando a comunicação entre diferentes fabricantes e modelos.


Esse movimento vem permitindo que hospitais mantenham os equipamentos e softwares em que confiam, mas agora conectados de forma centralizada, com dados fluindo em tempo real para qualquer sistema de gestão ou prontuário eletrônico.


A resposta já existe: integração simples e confiável 


A Carenet Longevity foi pioneira em interpretar protocolos proprietários e tornar possível a integração entre equipamentos e softwares de todas as marcas e modelos. Isso significa que: 


  • O hospital não precisa abrir mão dos fornecedores que já confia; 

  • Todos os sistemas podem ser sincronizados em uma central única

  • Dados podem ser enviados de forma segura e consistente para qualquer prontuário eletrônico ou sistema de gestão; 

  • A operação ganha transparência, confiabilidade e agilidade. 


Com o Orchestra, da Carenet, a interoperabilidade não é um projeto distante, mas uma solução prática que já transforma a realidade de diversas instituições. 


O que está em jogo para a gestão hospitalar 


Em um contexto em que acreditações, parcerias estratégicas e até a captação de recursos dependem de dados rastreáveis e confiáveis, não integrar é assumir riscos que podem custar caro


Hospitais que continuam presos a sistemas fragmentados perdem espaço para instituições que já operam de forma conectada, com informações centralizadas e decisões rápidas. 


Transformando dor em vantagem competitiva 


No fim das contas, não se trata apenas de fazer os sistemas conversarem. 

Trata-se de dar ao hospital a capacidade de crescer com solidez, credibilidade e sustentabilidade


O futuro da gestão hospitalar não admite dados dispersos. O momento de integrar é agora.

 
 
 

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